Dicionário da Gestão de Frota | Conheça os termos essenciais

Prêmio Cobli “Melhores condutoras do ano”

Prêmio Cobli “Melhores condutoras do ano”

Acordar, se aprontar para sair de casa e começar a trabalhar no momento em que pega no volante. Essa é a vida do motorista. E da mulher motorista também.

Aos poucos, cada vez mais mulheres optam pela carreira na indústria de transporte e logística e algumas delas escolhem sentar justamente atrás do volante.

Toda mulher motorista nas ruas e estradas causa impacto significativo no setor e em suas comunidades e merecem ser incentivadas a seguir com o bom trabalho!

Por isso, a Cobli está lançando o prêmio Melhores condutoras do ano. Queremos abrir caminho para que mais e mais mulheres agarrem os volantes e façam o mesmo!

As vencedoras foram escolhidas com base em seus históricos de segurança ao volante durante o ano de 2020. Entre as centenas de mulheres da nossa base de motoristas, elas são as que se destacam por realizar um trabalho excelente.

Cada uma receberá um selo comemorativo da Cobli como reconhecimento por sua conquista, que poderá ser compartilhado em suas redes sociais.

Leia também:
As boas práticas de um motorista: como dirigir da melhor forma

A mulher motorista no Brasil

A mulher motorista dirige por milhares de quilômetros consecutivos, realizando entregas e serviços de qualidade, enfrentando o estresse do trânsito e driblando problemas estruturais de ruas e avenidas. 

Orgulhosa de seu trabalho, ela desempenha suas funções com segurança e atenção, para fornecer aos seus clientes o serviço da melhor qualidade, garantindo a segurança de todos e a eficiência das empresas para as quais trabalham. 

Um levantamento do Ipsos, baseado em dados do Denatran, mostra que, de 2013 a 2019, 44% de um total de 14,2 milhões de novos condutores eram do sexo feminino. Ou seja, se comparado ao cenário de 2013, o número de mulheres motorista aumentou em 2,2%.

Os homens ainda são maioria em número de carteiras válidas no Brasil, eles correspondem a 65% das habilitações.

Eles também ainda são maioria na profissão de condutores. Segundo uma pesquisa anual da Confederação Nacional de Transportes (CNT), em 2019 as mulheres representaram apenas 0,5% do total de caminhoneiros.

No mundo dos aplicativos de transporte, como a Uber, os números melhoram um pouco, apesar de ainda serem baixos. Dados da própria empresa apontam que elas representam 6% dos 600 mil motoristas cadastrados.

No modal aéreo, apenas 2,5% de todas as licenças de piloto são obtidas por mulheres, sendo que a participação feminina na cabine de comando dos aviões comerciais é de 2,7%, de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Na base da Cobli, são 557 mulheres motoristas em atividade.

Mulheres no setor do transporte

Quando olhamos para o setor de transporte como um todo, o que inclui não apenas as motoristas, mas também as mulheres gestoras de frota, mulheres administradoras, mulheres gestoras de operação, estoquistas e em tantas outras posições, os números melhoram.

Ainda segundo a CNT, com dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do MTE (Ministério do Trabalho e Previdência Social), o setor de transporte como um todo conta com cerca de 2,2 milhões de profissionais, sendo 17% do sexo feminino.

A maior parte das mulheres possui entre 30 e 39 anos e ensino médio completo.

Os sistemas de trens e metrôs, por exemplo, possuem cerca de 7.000 empregadas mulheres. Segundo a ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), 500 atuam como condutoras e maquinistas.

Hiato profissional

Essa diferença numérica tem diversas explicações.

Desde a pouca aderência das mulheres ao ato de dirigir, até a segurança de ficar rodando pelas cidades e passando pela dificuldade de alinhar esse ofício exigente à jornada dupla casa-trabalho – realidade de muitas mulheres.

Independente das razões, uma coisa é certa: a profissão de motorista tem muito espaço para que as mulheres se destaquem.

Para que haja cada vez mais mulheres motoristas, é preciso incentivo e reconhecimento. E a Cobli quer fazer sua parte.

Parabéns a toda a mulher motorista!

Esta publicação te ajudou? Confira outras explicações sobre questões de logística e gestão de frota.

Nina Finco

Escrito por

Nina Finco

Formada em jornalismo pela UMESP-SP e especialista em mídia, informação e cultura pela ECA/USP. Já passou pelas redações da Revista Época e do Jornal O Globo. Atualmente é responsável pela criação e edição de conteúdo sobre gestão de frotas e PMEs no blog da Cobli.

Fale com nossos especialistas!

Estamos disponíveis para tirar dúvidas e demonstrar o sistema de rastreamento e monitoramento de frotas da Cobli em ação.

Teste grátis