Conheça os principais vícios ao volante e saiba como contorná-los!

Conheça os principais vícios ao volante e saiba como contorná-los!
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Existem certos hábitos entre os motoristas que surgem sem sequer serem percebidos. Coisas como descansar a mão na alavanca de câmbio, dirigir com os braços para fora ou manter o pé na embreagem.

Todos esses são exemplos de vícios ao volante adquiridos ao longo do tempo. Por mais que os instrutores da autoescola ensinem que essas manias são prejudiciais ao veículo, elas sempre se repetem.

O problema é que esses vícios de direção podem sair caro para o bolso do proprietário do veículo. Por isso, é importante contorná-los antes que causem prejuízos. Para saber quais são as manias mais comuns entre os motoristas e como combatê-las, continue a leitura deste post!

Descer ladeiras em ponto morto

Essa é provavelmente uma das práticas mais comuns no trânsito. Você provavelmente já ouviu falar que deixar o carro em ponto morto é uma forma de economizar combustível, não é mesmo? Isso é mentira!

Ao contrário do que muitos pensam, descer ladeiras com o veículo desengatado estressa o motor do carro e sobrecarrega as pastilhas de freio. Quando o veículo está em ponto morto, uma quantidade maior de combustível é injetada no motor — pois o sistema entende que ele está em marcha lenta — e isso faz que o consumo aumente.

Além disso, a marcha engatada ajuda a controlar a velocidade do carro. Em ponto morto, ao contrário, esse controle fica apenas por conta do freio mecânico, o que desgasta as pastilhas e ainda pode fazer que o automóvel fique desgovernado e cause um acidente gravíssimo.

Isso sem contar que o hábito de circular com o carro desengatado configura infração de trânsito, com multa no valor de R$ 130,36. Esse prejuízo pode ser facilmente evitado se você se acostumar a manter o veículo em movimento sempre engatado — além de garantir a segurança de motoristas, pedestres e passageiros.

Apoiar a mão na alavanca de câmbio

Muitos motoristas acabam adquirindo a mania de deixar uma das mãos apoiada na alavanca de câmbio, principalmente de carros manuais, como se isso pudesse acelerar o processo de troca de marcha.

A princípio esse parece ser um vício inofensivo, mas a verdade existem dois prejuízos que podem advir dessa prática. Primeiramente, apoiar na alavanca de câmbio e dirigir com apenas uma das mãos no volante caracteriza infração média, com multa no valor de R$ 130,36. Além disso, essa prática causa avarias no trambulador, peça responsável por transmitir a posição da alavanca para a caixa de câmbio.

Com o tempo, esse desgaste dificulta a mudança de marchas e pode estragar as engrenagens do sistema. Dependendo do caso, o conserto dessas peças em uma oficina mecânica pode sair por mais de R$ 400, custo dispensável se o motorista adquirir o hábito de andar sempre com as duas mãos no volante, encostando na alavanca de câmbio apenas no momento da troca de marcha.

Manter o pé na embreagem

Outra prática comum entre motoristas é manter o pé apoiado na embreagem enquanto o carro está em movimento ou parado. A justificativa aqui geralmente é a mesma do tópico anterior: agilizar a troca de marchas.

A verdade, porém, é que esse é um dos vícios ao volante que mais causa prejuízos. O sistema de embreagem consegue multiplicar em até 50 vezes o peso aplicado sobre o pedal. Logo, por mais leve que seja o toque nessa peça, causa um desgaste em discos, molas e rolamentos do sistema, diminuindo a vida útil da embreagem em até 50%.

Ainda que o estrago não seja imediato, a troca dessas peças pode custar até R$ 2 mil, um gasto que pode ser adiado em vários anos se o motorista deixar de lado a mania de apoiar o pé nesse pedal. Outro vício que causa prejuízos semelhantes é a de manter o carro parado em aclives usando os controles de aceleração e embreagem. O ideal é manter o veículo freado e fazer o controle apenas para arrancar.

Deixar o braço para fora da janela

Em dias muito quentes, é comum deixar as janelas do carro abertas. Nessa situação, é natural que o motorista apoie o cotovelo na porta, deixando uma parte do braço para o lado de fora do veículo até sem perceber. Essa é uma prática que adquirimos justamente por ser muito comum no trânsito. O problema é que, além de ser algo perigoso, também é uma infração média.

São diversos os prejuízos que esse simples vício pode trazer: o motorista fica exposto a assaltos, seu braço corre o risco de colidir com um obstáculo, em casos de capotamento o condutor pode ter o membro amputado, sem falar que essa prática também é caracterizada como infração de trânsito, com multa de R$ 130,36 e quatro pontos na carteira. Para evitar dores de cabeça, lembre-se: braços dentro do carro e as mãos no volante.

Dirigir com o tanque de combustível na reserva

Não existe nenhuma vantagem em andar com o tanque sempre na reserva. Pelo contrário: o motorista apenas corre o risco de ficar parado no meio da pista por falta de combustível — mais uma infração média — e ainda sofrer outros prejuízos.

Existem impurezas que se acumulam no fundo do tanque de combustível com o passar do tempo. Se o carro está sempre na reserva, elas podem acabar sendo sugadas pela bomba de combustível e causar o entupimento do bico de injeção e a sobrecarga dos filtros. Além disso, a bomba fica imersa no combustível para se resfriar. Se o tanque está sempre vazio, ela pode acabar sofrendo superaquecimento e queimando.

Se você parar para pensar, esse item custa cerca de R$ 300 e, somado à mão de obra, à troca do filtro e ao conserto do bico de injeção, os prejuízos podem ficar facilmente acima dos R$ 500. Já um tanque cheio custa cerca de R$ 130. Como o carro precisará ser reabastecido de um modo ou de outro, não há nada que justifique essa prática prejudicial.

Combater os vícios ao volante não serve apenas para preservar o veículo, mas também para garantir a segurança dos próprios motoristas. Não é à toa que os exemplos mencionados são infrações de trânsito. Por isso, é preciso se esforçar para coibir essas práticas e evitar prejuízos e possíveis acidentes!

Para finalizar, é importante deixar claro que, no caso de gestão de frotas, as infrações cometidas pelos condutores podem prejudicar a própria empresa. Para saber mais, veja o nosso post sobre a possibilidade de a empresa ter que arcar com as multas dos seus motoristas!

Universidade Cobli


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Cobli é uma empresa especializada em gestão de frotas que oferece um sistema capaz de fazer o rastreamento dos veículos, planejar rotas otimizadas, acompanhar o modo de condução dos motoristas, fazer a gerenciamento de combustível e o controle de manutenções. Com mais de um bilhão de quilômetros monitorados e presente em todos os estados brasileiros, a Cobli consegue gerar uma economia média de 300 reais por mês, por carro, além de ajudar o gestor de frotas a tomar as melhores decisões.
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