Quando o gás natural é a melhor opção?

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O gás natural veicular (GNV) já deixou de ser uma novidade de mercado e muitos motoristas e empreendedores perceberam que ele pode ser um aliado na redução nos gastos com consumo de combustível.

Porém, quando o assunto é a manutenção de frota empresarial, é preciso avaliar se essa é a opção mais viável, tanto em termos econômicos quanto práticos (manutenção e uso).

Para ajudá-lo a tomar essa decisão, elaboramos um artigo com as vantagens do GNV e listando em quais ocasiões vale a pena considerar a mudança. Quer descobrir? Continue a leitura!

O que é o gás natural veicular (GNV)

O gás natural é um combustível em formato gasoso, geralmente encontrado em rochas porosas ou arenitos no subsolo. Ele é formado por hidrocarbonetos de metano e etano. Por não ser líquido, como a gasolina, etanol ou diesel, ele é medido em metros cúbicos (m³) e não em litros.

É uma alternativa que pode ser instalada em praticamente todos os veículos automotores por meio de cilindros (cuja fabricação é certificada pelo Inmetro), mesmo aqueles com carburador ou sistema de injeção eletrônica. Um detalhe: o GNV é diferente do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) que, como a gasolina ou o diesel é um subproduto do petróleo obtido em refinarias. Interessante notar que ambas são alternativas ecológicas, ou seja, não poluem o meio ambiente. No caso do primeiro, a redução na emissão de gases tóxicos na atmosfera chega a 70%.

Vantagens do gás natural sobre os combustíveis líquidos

A primeira delas já é bem conhecida: a economia. Uma pesquisa realizada em 2015 pela Comgás revelou que ela pode chegar a 61% para veículos a gasolina e 59% no caso do etanol.

Para exemplificar, vamos pensar num carro flex que faça 10 km por litro de gasolina ou 7 com etanol. Com o gás natural, esse rendimento pode chegar a 13 km por metro cúbico.

Agora vamos aplicar isso aos gastos. Ao pesquisar no site da ANP (Agência Nacional do Petróleo) os valores para a maior capital brasileira, o valor médio dos três combustíveis (resultados para o período de 9 a 15//2017) é:

  • gasolina: R$ 3,25 por litro;
  • etanol: R$ 2,19 por litro;
  • GNV: R$ 2,14 por metro cúbico.

Se esse carro rodar 100 km, o custo fica em R$ 32,50 (gasolina), R$ 31,32 (etanol) e R$ 16,48 (GNV). Ou seja, vale — muito! — a pena. No caso de frotas, aproveite para monitorar os gastos de cada veículo e acompanhar, em tempo real, o retorno do investimento no gás natural.

Outro fator a se levar em consideração é a segurança. Provavelmente você está em dúvida quanto a isso, pois já deve ter lido ou visto algo a respeito de tanques estourando. A resposta está na qualidade do equipamento e do serviço de instalação.

Como o gás natural é armazenado com alta pressão, é preciso garantir que o cilindro tenha o selo do Inmetro, sem emendas ou soldas. As oficinas que realizam a instalação do kit precisam ser credenciadas pelo mesmo órgão.

Para realizar a conversão, o primeiro passo é solicitar a autorização do Detran. Depois de convertido, o veículo passa por uma inspeção que vai gerar um Certificado de Segurança Veicular (CSV). Então, será feito o registro da autorização de combustível — renovado anualmente — e será afixado no para-brisa o selo para abastecimento.

Além dessas grandes vantagens, existem outras que, mesmo sendo menos óbvias, também devem ser consideradas: como o GNV é mais limpo, ele diminui os resíduos nos bicos injetores.

O prazo de troca do óleo também costuma aumentar em um ou dois mil km e a vida útil do escapamento fica maior (em torno de 20%). Com a nova geração do kit gás — a quinta —, o veículo não perde mais tanta força no motor (ótima notícia para quem tem modelos 1.0 na frota).

Os únicos grandes inconvenientes estão na perda de espaço no porta-malas (em alguns casos, os cilindros podem ser instalados na parte externa do automóvel) e para quem circula ou mora no interior do país, onde a concentração de postos que oferecem o combustível ainda é baixa.

Como nada é perfeito, há quem aponte a manutenção como ponto negativo. Na verdade, é necessário um maior cuidado no uso e nas avaliações periódicas. Algumas dicas são: rodar de 3 a 5 km por dia com gasolina ou etanol, evitar o envelhecimento dela no tanque e trocar os cabos de vela por modelos específicos para carros a gás.

Quando optar pelo gás natural é mais vantajoso

O primeiro passo é saber o quanto seus veículos costumam rodar.  Se o número está na casa dos cinco mil quilômetros por mês, o retorno do investimento acontece em até três meses – para entender mais sobre esse ‘retorno do investimento’, veja a simulação feita pelo Diário Catarinense. Também é preciso levar em consideração a disponibilidade do combustível na sua região e nas rotas por onde os veículos normalmente trafegam. Como a rede de postos que oferecem o GNV tem aumentado bastante — para atender a crescente demanda —, esse é um problema que tende a diminuir cada vez mais. Porém, ainda assim é preciso colocar na ponta do lápis os custos e a logística para garantir um abastecimento sem problemas.

Ainda sobre a redução de despesas, é preciso lembrar que veículos com GNV têm desconto no valor de IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores). Para ter acesso à alíquota do seu estado, basta pesquisar no site do Detran.

A utilização do gás natural também é um fator que pode ser usado a favor da imagem da sua empresa. Como já dissemos, ele é um combustível menos poluente e mais econômico. E com a conversão da frota, sua empresa demonstra para a clientela e o público em geral ser consciente do seu papel na preservação do meio ambiente.

Esperamos que você tenha tirado todas as suas dúvidas a respeito do gás natural e se ele é realmente a melhor opção para o seu veículo e frota. Para obter mais dicas sobre como melhorar a produtividade dos automotivos no seu negócio, não deixe de nos seguir no Facebook, Instagram, LinkedIn e Youtube!

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