7 erros ao escolher um rastreador

7 erros ao escolher um rastreador
Compartilhe esse conteúdo:

monitoramento veicular

Os equipamentos de rastreamento permitem que o gestor de frotas tenha uma visão mais transparente do que acontece no dia a dia da operação da sua organização. Com esse tipo de tecnologia é possível, por exemplo, verificar se os motoristas seguiram a rota planejada, identificar se as paradas foram realizadas de forma correta e checar qual foi o consumo de combustível.

Até mesmo o comportamento dos motoristas pode ser monitorado, o que possibilita controlar o cumprimento da jornada de trabalho dos condutores, determinar se houve excesso de velocidade e identificar diversas outras condutas que representam um risco para as atividades.

Mas, para usufruir de todos esses benefícios, é preciso saber selecionar bem o rastreador. Por isso, neste post você vai conferir as principais vantagens de um rastreador e descobrir quais são os 7 principais erros na hora de escolher o seu equipamento. Continue lendo e saiba como não cometê-los!

O que é um rastreador de frotas?

O rastreador é um equipamento de geolocalização e posicionamento que utiliza como transmissor um dispositivo de GPS (Global Position System) que pode ser conectado a caminhões, carros, vans e motocicletas. Quando instalado, o rastreador indica onde o veículo está, tanto em movimento como estacionado.

O funcionamento do GPS depende de 24 satélites que se encontram na órbita da Terra e são responsáveis por captar o sinal e triangular a localização exata do aparelho.

Quais são as principais vantagens?

Manter a operação de uma frota, seja ela de carros, seja de caminhões, é um desafio para muitos gestores e profissionais da área. Contudo, a implantação de ferramentas para a gestão de frotas possibilita a obtenção de melhorias significativas em todo o processo.

A principal delas é a redução de custos operacionais, pois otimiza o trabalho da equipe e evita o desperdício de recursos importantes, como combustível. Os gastos com manutenções também podem ser minimizados com o controle dos sistemas, peças e substituição de pneus.

Um dos riscos presentes no gerenciamento de uma frota é a atuação de quadrilhas especializadas no roubo de veículos e cargas. Com a instalação de um equipamento de rastreamento, é possível reduzir o tempo de resposta em caso de emergências e recuperar o veículo com agilidade.

O aumento da produtividade também é um incentivo para considerar a aquisição de rastreadores. Isso é possível devido ao planejamento prévio da rota e ao controle da jornada de trabalho. Como resultado, o tempo dos colaboradores é gerenciado de forma eficiente para garantir resultados cada vez melhores.

O impacto na estratégia e no alcance dos objetivos organizacionais é aprimorado pela utilização de ferramentas de rastreamento, uma vez que:

  • agregam valor aos serviços prestados;
  • aumentam as oportunidades de negócio;
  • reduzem a incidência de erros;
  • oferecem visibilidade de toda a operação.

Quais erros devem ser evitados ao escolher um rastreador de frotas?

1. Não pensar nos recursos necessários na hora de escolher a ferramenta

Escolher o equipamento mais barato, sem pensar no que você espera da ferramenta ou quais funcionalidades são fundamentais para o seu negócio, pode se tornar uma grande adversidade.

Por isso, antes de tomar a decisão, tente encontrar as respostas para as seguintes perguntas: para que você precisa de um rastreador e quanto a sua empresa pode investir?

Esse é um questionamento que o gestor ou responsável pelos carros da empresa deve ser capaz de responder antes de optar pela instalação do dispositivo.

Imagine que o equipamento que você quer colocar no seu carro funciona como um celular novo que vem em um formato padrão. Nesse celular, você adiciona aplicativos que fazem sentido para você. Se a sua exigência é conversar com as pessoas com mais praticidade, por exemplo, você baixa aplicativos de mensagens instantâneas. Ou seja, você adapta o aparelho para deixá-lo ainda mais funcional para as suas necessidades.

Quando você decide colocar um dispositivo no seu veículo, é possível fazer o mesmo. A diferença é que a escolha das funções deve ser feita antes da entrega do equipamento, para que a empresa que vai fornecê-lo possa adequá-lo de acordo com seus gostos e necessidades.

Funções

7 erros ao escolher um rastreador

Dispositivo plugado

Tanto com os dispositivos instalados quanto com os plugados, é possível extrair, além de dados de rastreamento (localização exata do veículo), informações referentes à telemetria, acelerômetro, identificação do motorista e controle de abertura de portas de baú (no caso de frotas voltadas para o transporte de carga).

Se a empresa quiser optar por um rastreador com bloqueador, é possível apenas escolher os equipamentos instalados. Isso ocorre porque os dispositivos plugados precisam ser ligados na porta OBD — sigla para On Board Diagnostics ou diagnóstico de bordo do veículo, em português (foto abaixo). Contudo, há uma limitação no funcionamento, pois não mandam informações para o carro, somente as extraem.

Prós e contras

Bloqueador

Prós: em caso de roubo, o veículo pode ser bloqueado remotamente pelo operador. Se o gestor perceber que o motorista está fazendo alguma coisa errada, também é possível bloquear o carro. O método de bloqueio é realizado de maneira segura: o sinal corta a conexão com a bomba de combustível ou a ignição. Dessa forma, evita-se paradas bruscas em meio ao trânsito com a redução progressiva da velocidade.

Contras: além de o veículo perder a garantia de fábrica, existem diversos problemas com os bloqueadores e suas instalações que podem acabar colocando em risco a vida de motoristas e demais ocupantes.

Identificador instalado do motorista

Prós: a identificação de quem está dirigindo o veículo contribui para a gestão da jornada de trabalho e para controlar as multas de trânsito.

Contras: salvo os que fazem isso eletronicamente, a maioria necessita de uma instalação extra, o que pode comprometer a garantia do veículo e ainda aumentar expressivamente as chances de pane elétrica. Além disso, para conseguir fazer a identificação, cada motorista deve ter seu próprio identificador, em forma de código pin ou cartão de acesso.

Para aumentar as chances de sucesso do identificador, é fundamental conscientizar a equipe sobre o seu caráter preventivo, e não punitivo. Porém, a instalação dessa função não é ideal, pois os registros podem ser adulterados caso o motorista compartilhe seu pin ou cartão com outra pessoa.

Esse tipo de dispositivo gera muitas controvérsias. Para disponibilizar ao mercado uma alternativa menos invasiva e mais segura, a Cobli, startup especializada em melhorar a gestão de frotas, criou uma solução que resolve esse tipo de problema.

Leitor do computador de bordo

Prós: realiza o envio de informações valiosas sobre o funcionamento do carro para a central de monitoramento. O consumo de combustível e o excesso de velocidade são indicadores que são registrados.

Contras: incompatibilidade com alguns veículos mais antigos. Algumas soluções podem ter preços elevados para que as adaptações necessárias sejam realizadas.

Sensor de abertura de portas

Prós: saber se houve abertura do baú do caminhão durante uma viagem ou identificar se há alguma porta aberta — tanto a do motorista como a do passageiro — é útil para o controle e para a segurança. Algumas soluções interligam isso com a ignição do veículo, ou seja, porta aberta significa carro desligado.

Contras: necessita de instalações extras e de um hardware que aceite essa interligação, ou seja, resulta em uma elevação do custo de aquisição.

2. Não avaliar o tempo de atualização das informações

O intervalo de envio das informações varia de uma empresa para outra. Por isso, esse é um ponto em que você deve prestar atenção antes de comprar ou contratar um serviço de rastreamento.

Existem empresas que operam com dois períodos distintos, um para quando o veículo está com a ignição ligada e outro que passa a valer quando a ignição está desligada. Em ambos os casos, quanto menor for o tempo necessário para atualizar a posição da frota, melhor será o nível de precisão.

Portanto, é necessário analisar se o tempo de atualização das informações e envio de mensagens está de acordo com as demandas da sua frota.

Intervalo: abaixo de 10 segundos

Gestão de frotas

Se a sua justificativa para obter informações é a otimização da gestão da frota, é recomendado que o sistema seja atualizado em um intervalo de envio menor do que 10 segundos. Um período de tempo maior que esse pode se tornar um obstáculo para a operação, pois não fornece dados suficientes para basear a tomada de decisão em caso de uma situação de urgência.

A falta de registros confiáveis também afeta a avaliação dos motoristas, pois não há resultados atualizados sobre o desempenho e comportamento ao volante. Além disso, os controles básicos requeridos de um sistema de rastreamento são comprometidos de maneira significativa.

Como resultado, não é possível apurar:

  • se houve desvio na rota planejada;
  • o trajeto no qual o motorista se encontra atualmente;
  • ocasiões em que foi possível observar acelerações e frenagens bruscas;
  • incidências de ultrapassagem do limite de velocidade da via.

Esses são dados que fazem toda a diferença na hora de contabilizar os gastos relacionados ao combustível e à substituição de pneus que sofreram desgaste excessivo. Isso quer dizer que o estado de conservação do seu carro pode gerar a necessidade de realização de reparos e reposição de peças. Além disso, a consciência no trânsito durante o percurso é um aspecto prioritário para garantir a segurança dos seus motoristas e demais usuários ao redor.

Intervalo: minutos

Segurança

Se você está adquirindo um equipamento para rastrear o seu carro em caso de roubo, é possível escolher um rastreador que dê as atualizações em minutos, já que, como a prioridade é segurança e não gestão, o usuário particular não requer um grande volume de informações.

Grau de precisão das informações

Um rastreador não deve apontar somente a localização de um veículo no mapa. O monitoramento geográfico deve ser completo, apresentando, assim, a cidade, a região e a rua onde o veículo está durante toda a rota. Além disso, deve ser capaz de determinar quando o motorista chegou ao seu destino e começou as atividades de carga e descarga.

Influência no custo

Na hora de escolher qual equipamento comprar ou qual empresa especializada contratar, é preciso responder a seguinte pergunta: Quero receber rapidamente uma informação de qualidade para passar para os meus clientes ou para tomar decisões dentro da minha empresa?

Mas saiba: o pulso, também chamado de intervalo de envio, em geral, não apresenta uma diferença no custo. Então, por que não escolher um equipamento que tenha um menor intervalo e ainda ofereça dados mais completos?

Para os clientes com pouca experiência com esse tipo de equipamento, é necessário acompanhar o processo de perto. Assim, é preciso tomar extremo cuidado com empresas que prometem um intervalo de envio mas entregam outro, como organizações que dizem entregar informações em tempo real, mas, na verdade, entregam de 3 em 3 minutos.

Os profissionais da área logística sabem que, em se tratando de veículos em movimento, 3 minutos representam uma grande diferença. Em sites como Reclame aqui, Reclamão e Denuncio é possível colher informações sobre a qualidade das empresas.

3. Não levar em consideração a tecnologia de transmissão de dados

Existem dois tipos principais de rastreadores para frotas: os que enviam via rede celular (CDMA/2G/3G) e os via radiofrequência. Por isso, antes de escolher o equipamento, você precisa saber a diferença entre as tecnologias e qual é a mais funcional para a sua empresa.

A radiofrequência tem um diferencial positivo no quesito localização, porque permite saber o ponto exato onde o veículo está localizado sem o risco de ser bloqueado por um dispositivo chamado jammer.

O aparelho é capaz de bloquear os sinais emitidos pelo rastreador, impedindo que o veículo seja localizado. Em equipamentos de rastreamento que utilizam a rede de celular para emitir sinais, a posição atual pode ter uma variação de menos de 1 metro até 50 metros.

Essa precisão depende da quantidade de satélites que o módulo GPS consegue acessar para estabelecer comunicação e também da tecnologia que ele possui, como o auxílio da rede celular para tornar a triangulação ainda mais precisa. Contudo, ainda pode ser bloqueado se o jammer derrubar a rede.

No caso da tecnologia via rede celular, o diferencial positivo é o tamanho da mensagem que ela consegue enviar. Esse tipo de tecnologia permite extrair informações do veículo referentes aos seguintes aspectos:

  • sua localização exata;
  • registro da telemetria;
  • acelerômetro;
  • identificação do motorista;
  • controle de abertura de portas de baú (no caso de frotas de carga).

Essa funcionalidade acessa os dados e realiza o seu envio para um sistema de gestão que vai tratá-los e disponibilizá-los no painel para consulta do gestor, o que facilita a otimização da gestão de frotas.

Com rastreadores via radiofrequência, isso se torna impossível, pois os arquivos que levam as informações são limitados e só fazem o envio de dados de latitude e longitude. Portanto, são funcionais para quem quer somente localizar o carro, e inviáveis para os usuários buscam aprimorar a gestão de frotas.

4. Não analisar a possibilidade de escolher entre um instalado e um plugado

Já mencionamos anteriormente qual é a importância de realizar pesquisas e consultar empresas antes de decidir o tipo de equipamento a ser adquirido. Esse aspecto é relevante para garantir que todas as necessidades serão atendidas e que os resultados prometidos serão recebidos.

Por esse motivo, a escolha entre as opções de equipamentos instalados ou plugados deve ser tratada com atenção, afinal, os propósitos são diferentes.

Rastreador instalado

Em casos de roubo, esse tipo de equipamento é melhor porque demora mais para ser desabilitado e retirado do veículo.

Rastreador plugado

Apesar de ser um dos equipamentos mais vendidos no mundo para rastreamento de veículos, esse tipo de dispositivo ainda é pouco conhecido e comercializado no Brasil. Por esse motivo, em casos de roubo, é mais comum que o assaltante procure pelo rastreador convencional, aquele que é instalado diretamente na parte elétrica do veículo; como ele não o encontra, acredita que o carro não tem nenhum equipamento.

Outra vantagem desse dispositivo é a função Plug & Play, que pode ser traduzida como Conecte e Use, o que traz diversos benefícios para a frota, como:

  • a sua contratação e a compra têm valores mais competitivos, porque não é preciso pagar pela instalação e desinstalação, caso decida cancelar posteriormente;
  • no caso de empresas que têm carros alugados, não é preciso realizar o pagamento de taxas de instalação e desinstalação do equipamento toda vez que a frota for renovada;
  • a produtividade da frota não cai porque não é necessário parar toda a operação logística, trazendo os motoristas de volta para a base apenas para fazer a instalação.

5. Não instalar o rastreador com um especialista

No caso dos dispositivos plugados que são ligados na porta OBD do veículo, é possível que o próprio gestor os faça funcionar, já que eles são Plug & Play (Conecte e Use) — veja no gif a seguir:

7 erros ao escolher um rastreador

Dispositivo plugado

Por isso, esse tópico é específico para os dispositivos instalados. Só o ato de instalar qualquer equipamento na parte elétrica pode fazer você perder a garantia do veículo, além de aumentar — e muito — as chances de pane elétrica.

Quando o dispositivo não é instalado por um especialista, os riscos são ainda maiores. Uma instalação precária aumenta a possibilidade de um curto-circuito no chicote elétrico, podendo drenar a bateria do veículo ou, em casos mais extremos, causar um incêndio, expondo o motorista e o carro a um risco grave.

Antes de manusear a parte elétrica do seu veículo, lembre-se: uma vez comprometida, os danos ao carro podem ser irreparáveis. Portanto, na hora de instalar um novo equipamento, procure o suporte de um profissional confiável e experiente.

6. Não investigar se o sistema terá custos adicionais

Comprar ou contratar um serviço de rastreamento na primeira empresa pesquisada já é um grande erro. Mas pior do que isso é não levar em consideração se o sistema terá custos a mais.

Verifique sempre se a instalação do equipamento será cobrada. Muitas vezes, essa informação não é totalmente esclarecida pela empresa e pode gerar problemas no futuro, pois os termos de compra não foram completamente esclarecidos.

Como consequência, após a negociação, o gestor está sujeito a desembolsar ainda mais recursos para concluir o processo de instalação. Procure saber se a empresa oferece um pacote de serviços amplo, que tenha cobertura caso o aparelho necessite de alguma manutenção ou reparos posteriormente. Desse modo, é possível prolongar o tempo médio de vida útil do dispositivo e também a sua garantia de fábrica.

É importante checar se a empresa aluga o equipamento ou trabalha em regime de comodato. No caso de comodato, procure ter certeza se essa é realmente a prática da organização. Existem casos de empresas que dizem trabalhar no regime de comodato, mas cobram aluguel mensal pelo equipamento.

Tenha atenção também na hora de assinar os contratos de venda. Prefira fechar com organizações que não exijam períodos de fidelidade e que não cobrem multas em caso de rescisão do contrato e cancelamento do serviço.

7. Não considerar a qualidade dos componentes

Para ilustrar a relevância dos componentes utilizados na montagem dos rastreadores, vamos utilizar um aparelho de celular como exemplo. Quem nunca ficou esperando o GPS atualizar a posição do telefone até se encontrar no ponto certo para poder calcular corretamente o trajeto de volta para casa? Ou ficou procurando o sinal da antena para poder enviar uma mensagem ou completar uma ligação?

Com o avanço da tecnologia, os componentes internos do seu celular também passam por aprimoramento, tornando-os mais ágeis e precisos. Esses avanços são responsáveis por melhorar a interação com os comandos do usuário e o funcionamento do sistema.

Esse mesmo fenômeno acontece com muita frequência no mundo da tecnologia, e os rastreadores de frota não são exceção. Ter um bom módulo de GPS para garantir precisão na localização e uma boa antena para conseguir enviar os dados em um dispositivo durável e robusto vai garantir a qualidade da informação.

Assim como os celulares antigos, hardwares de rastreamento também ficam ultrapassados e devem ser atualizados para maximizar a sua capacidade de processamento. Existem aparelhos no mercado que são considerados de segunda linha e têm componentes de qualidade inferior, mas, em contrapartida, têm custos de aquisição menores. Porém, é preciso lembrar que existe uma grande diferença entre bom e barato.

O estudo da relação custo-benefício deve nortear a decisão do gestor, o que permite dar preferência para os desenvolvedores de sistemas que disponibilizam as suas ferramentas para teste de modo gratuito.

Por que a gestão de frotas requer tecnologia?

Independentemente do uso da sua frota — movimentação de mercadorias, transporte de pessoal ou prestação de serviços —, esse é um patrimônio de alto valor que requer cuidado. Por esse motivo, a aplicação de recursos inteligentes e modernos busca preservar os veículos e aumentar a segurança de seus usuários.

Além disso, a eficiência operacional é um quesito que deve ser buscado a todo momento dentro da operação de um empreendimento. Portanto, avalie o investimento de um rastreador e considere as opções disponíveis de forma crítica para tomar a melhor decisão possível.

 

Acesse nosso site, descubra nossas soluções personalizadas e como a gente pode te ajudar!

 



Existimos para libertar a logística através da tecnologia, resolvendo questões reais e humanas. Somos uma startup que através de IoT conecta carros à internet, combinando excelência em engenharia e ciência de dados.

www.cobli.co

euquero@cobli.co || (11) 4810-2200

Este conteúdo foi útil?
Conte para nós se o conteúdo foi útil. Assim, podemos torná-lo cada vez melhor para você!
Sim1
Não0

Leia também:


Compartilhe esse conteúdo:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *