10 principais erros na manutenção e reparo de pneus

10 principais erros na manutenção e reparo de pneus

controle de manutenção

O conjunto de pneus é uma das partes mais importantes de seu carro, já que são eles que fazem o contato entre o veículo e o solo. Apesar disso, são poucas as pessoas que dão a atenção que essa parte do veículo merece.

No post de hoje, você vai conferir quais são os 10 principais erros a respeito da manutenção e reparo de pneus. Leia e aprenda a não cometê-los:

1. Economizar na compra e manutenção dos pneus

Como os pneus são peças muito importantes para a sua segurança, não é bom que você queira fazer economia justamente neste item. Comprar pneus de má qualidade e deixar de fazer manutenções periódicas acarreta em gastos desnecessários com pneus de pouca durabilidade.

Pneus em condições ruins afetam consideravelmente a estabilidade do seu carro, podendo levar à perda de controle e a acidentes.

O bom funcionamento de partes do seu veículo, como eixos, suspensão, rolamentos e freios depende diretamente da conservação e uso dos pneus. Por isso, a verificação do estado dos pneus deve ser feita constantemente — não só quando eles precisam de reparos.

2. Esperar até que o pneu esteja “careca” para trocar

Se os sulcos do pneu estiverem com menos de 6 mm de profundidade, já pode ser considerado que o pneu está liso, gasto ou, como é mais conhecido, “careca”. Não é à toa que dirigir com o pneu desta forma é considerado infração grave, com 5 pontos perdidos na carteira e R$ 195,23 de multa.

Nesse estado, o pneu fica mais propenso a estouros, além de derrapar mais (principalmente nas curvas) e ficar com as frenagens menos eficazes. Na chuva, há um risco muito grande de você entrar em uma aquaplanagem, perdendo totalmente o controle sobre a direção do veículo.

Para saber se é hora de trocar o pneu, verifique as marcações, indicadas pela figura de um triângulo ou pela sigla TWI (Tread Wear Indicator). Essas marcações são pequenos ressaltos nos sulcos do pneu. Quando a borracha estiver desgastada até o nível desses ressaltos, está na hora da troca.

3. Riscar o pneu

Por falar em pneu careca e economia, outro procedimento muito comum entre pessoas que não querem investir em segurança é o de frisar ou riscar o pneu. Este é um procedimento onde os sulcos são redesenhados sobre a borracha, que já está desgastada.

Todos os especialistas condenam a prática, que compromete a estrutura do pneu — às vezes até deixando a lona visível. Nesses casos, a probabilidade de o pneu estourar é muito grande. Por mais que doa no seu bolso, o pneu que está muito desgastado precisa mesmo ser trocado.

4. Deixar de fazer o alinhamento e o balanceamento

Estes procedimentos servem para corrigir a perda de tração e estabilidade do conjunto de rodas. Desalinhadas e desbalanceadas, as rodas fazem o pneu ficar com um desgaste irregular, podendo diminuir sua vida útil em até 50%.

Normalmente, o alinhamento e o balanceamento são feitos a cada 10 mil quilômetros rodados ou quando você troca os pneus ou algum componente da suspensão do carro.

No entanto, é uma boa ideia que você faça esses procedimentos sempre que sentir que a direção está pesada, vibrando ou puxando para um lado. Podem também ser necessários depois de um impacto ou desgaste anormal de alguma peça da suspensão.

Outra boa maneira de verificar se o seu veículo precisa ser alinhado ou balanceado é comparando os desgastes dos pneus. Observe se não há diferenças de região onde as bandas de rodagem estão mais desgastadas.

5. Usar “macarrão” no pneu por tempo prolongado

O chamado “macarrão” é um filete de borracha, colocado com uma agulha, em algum furo pequeno no pneu. É uma medida rápida, que pode ser feita sem a necessidade de desmontar a roda.

Porém, a solução deve ser considerada como provisória. Ou seja, ela não elimina a necessidade de um conserto completo. O macarrão permite que sujeira e umidade entrem em contato com a parte metálica do pneu, diminuindo sua vida útil.

Se o procedimento for mal feito, pode continuar havendo vazamento de pressão no local do furo. Para pneus novos, o ideal é a vulcanização — procedimento mais completo e demorado, porém menos agressivo à estrutura do pneu.

6. Deixar de fazer o rodízio de pneus

O rodízio nada mais é do que trocar os pneus da frente pelos de trás e vice-versa. Ele serve para fazer com que os pneus sejam desgastados de forma mais uniforme, compensando as diferenças entre os eixos dianteiro e traseiro — o eixo onde fica a tração exige mais dos pneus.

Por consequência, o procedimento aumenta a durabilidade dos pneus, além de permitir que o veículo mantenha a estabilidade nas curvas e frenagens. O recomendado é que o rodízio seja feito a cada 8 mil quilômetros para pneus radiais e 5 mil quilômetros para os diagonais.

7. Calibrar sem consultar o manual do proprietário

Quando o conjunto de pneus é calibrado de forma errada, a vida útil dessas peças fica muito afetada. No manual, consta a quantidade de libras ideal que é recomendada pelo fabricante. Lembre-se: existem diferenças de calibragem entre os pneus dianteiros e traseiros, bem como entre o carro vazio e lotado.

A pressão dos pneus deve ser verificada toda semana. Se você for viajar, então, a calibragem é imprescindível.

8. Rodar com o pneu vazio

Um pneu que não está cheio o suficiente fica com uma área de contato muito grande entre a banda de rodagem e a pista. Isso faz com que haja um desgaste maior nas extremidades dessas bandas de rodagem.

Além disso, há uma exigência maior do motor, o que o faz se desgastar mais rápido e consumir mais combustível.

9. Rodar com o pneu cheio demais

Com umas libras a mais, o pneu fica com um desgaste maior na área central da banda de rodagem, que pode apresentar rachaduras e permitir a entrada de pequenos objetos nos sulcos.

Fora isso, ele é mais propenso a estourar e pode fazer o veículo perder a estabilidade nas curvas.

10. Esquecer de calibrar o estepe

O pneu sobressalente costuma ser pouco lembrado e vai se esvaziando aos poucos. Porém, esse é um componente que pode lhe salvar no momento de uma emergência.

Uma boa dica é que você calibre o estepe com umas libras a mais para compensar esse período em que ele fica esquecido. Afinal, você nunca sabe quando vai precisar usá-lo de novo.

 

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